Correção de deformidades congênitas

A preocupação
maior dos casais à espera de um filho é que nasça
perfeito. Se, por acaso, a criança apresenta alguma deformidade
congênita, a notícia estoura como uma bomba na família.
Num primeiro momento, os pais temem pelo futuro da criança.
Será capaz de vencer as dificuldades e preconceitos que cercam
as pessoas com características especiais? Conseguirá crescer
saudável e forte o suficiente para suportar o tratamento prolongado
que, muitas vezes, essas incorreções exigem?
Entre as deformidades congênitas mais freqüentes e que
mais chamam a atenção destacam-se a fissura labial
(lábio leporino) e a fenda palatina, conhecida popularmente
como goela de lobo. No passado, esses tipos de malformação
só começavam a ser corrigidos alguns meses depois do
nascimento. Atualmente, graças ao avanço do ultra-som,
alguns diagnósticos são feitos ainda dentro do útero
materno e, assim que a criança nasce, tem início o
processo de correção do defeito.
Menos impactantes, porém não menos traumáticos
para os portadores de malformações são as orelhas
de abano e o desenvolvimento anormal das mamas em adolescentes dos
dois sexos. Nos meninos, a ginecomastia pode ser causada por alterações
no tecido glandular mamário, acúmulo de gordura, uso
de anabolizantes, de álcool e de hormônio feminino.